Nacionais Entidades sindicais propõem à Fazenda a regulamentação de fintechs, cooperativas e financeiras Redação Redação | Fonte: João Henrique Vieira (SEEBF/PI) 23 de mai de 2024 às 06:00 | Atualizado: 26 de out de 2026 às 08:38 A+ A- A Contraste Fonte Facebook WhatsApp Copiar Link Discutir e buscar a regulamentação de instituições financeiras como fintechs, cooperativas de crédito, financeiras entre outras que operam sem a devida regulamentação do sistema financeiro nacional. Esse foi o objetivo da reunião de representantes do movimento sindical bancário no Ministério da Fazenda, na quarta-feira (22/05), em Brasília. Estiveram presentes à reunião com o secretário executivo da Fazenda, Dário Durigan, a presidenta da Contraf-CUT, Juvandia Moreira, o vice-presidente da Fetraf/NE e presidente do Sindicato dos Bancários do Piauí, Odaly Medeiros; além de representantes de sindicatos estaduais de Minas Gerais, Pará, São Paulo Osasco e região, Campinas (SP) e Rio de Janeiro. Odaly Medeiros ressaltou que as entidades representativas dos trabalhadores vê com preocupação a falta de regulação dessas entidades que têm crescido no país e atuam à margem das leis e normas que regem o sistema e da proteção desses trabalhadores pelos sindicatos. “Tem crescido, no mercado financeiro, operadoras que não estão dentro da legalidade da lei, e isso com a anuência do Banco Central, o que é pior. Esse mercado cresce a cada dia. Os bancos têm toda uma carga de tributos, despesas com empregados legalizados. Nessa reunião, levamos uma proposta de regulamentação, porque quem de fato pode regulamentar é o Banco Central juntamente com o Ministério da Fazenda. A reunião foi boa, tivemos esse momento importante e fizemos a entrega dessa proposta”, disse Odaly Medeiros. Odaly explica ainda que ficou encaminhado de se marcar outra reunião com a presença do ministro, para o Ministério da Fazenda encaminhar uma proposta, observando essa situação em que hoje esse mercado tem uma margem de mais R$ 100 bilhões de lucros, superando os bancos legalizados. “Se não tiver uma regulamentação, cadê os direitos trabalhistas de quem está nessas empresas? Precisa ter o registro dos direitos trabalhistas. Nossa proposta também é que, à medida que for regularizada, automaticamente passaremos a representar esses trabalhadores e trabalhadoras. Também a chamamos a Fenaban para a próxima reunião para que a gente construa uma comissão tripartite, com a representação dos trabalhadores, dos bancos legalizados e do Governo. Nós, enquanto representantes do setor, estamos atentos e à frente em busca de soluções”, concluiu Odaly Medeiros. Tags: #SEEBF/PI; Contraf-CUT; Fetraf/NE; Ministério da Fazenda; Reunião; Regulamentação; Fintechs Fonte: João Henrique Vieira (SEEBF/PI)