Geral Mobilização digital pode garantir manutenção e conquistas de direitos Redação Redação | Fonte: Assessoria de Imprensa 26 de out de 2026 às 00:11 A+ A- A Contraste Fonte Facebook WhatsApp Copiar Link A mobilização dos empregados da Caixa é fundamental para garantir a manutenção e novas de direitos na Campanha Nacional dos Bancários 2020, que – devido à pandemia de coronavírus (Covd-19) – está sendo realizada, pela primeira vez na história, de forma virtual. Assim como já foram realizadas as conferências estaduais e regionais e a 22ª Conferência Nacional dos Bancários, bem como os encontros por bancos, entre eles o 36º Congressos Nacional dos Empregados da Caixa, que definiram a pauta de reivindicações dos trabalhadores. As mesas de negociação entre a Comissão Executiva dos Empregados da Caixa (CEE/ Caixa) e a Caixa estão sendo realizadas por videoconferência. “Nossa mobilização também deve ser digital. É necessário que os colegas intensifiquem o uso da tecnologia a favor da nossa categoria. Nos dias das reuniões devemos usar nossas redes com as hashtags criadas pela Contraf-CUT, para pressionar os bancos a atender nossas reivindicações”, convocou a coordenadora da CEE/Caixa e secretária da Cultura da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Fabiana Uehara Proscholdt. “É importante lembrar que os direitos dos bancários não foram dados e sim conquistados com muita organização e luta”, completou Fabiana, ao listar algumas conquistas dos últimos dez anos. A Participação nos lucros e Resultados (PLR), por exemplo, antes se chamava PRX e era paga apenas aos que trabalhavam em unidades que cumpriam as metas. Era menor para os que trabalhavam em áreas meio. PLR Social – parcela de 4% do Lucro Líquido – distribuído com valor igual para todos os empregados é outra dessas Cesta-Alimentação; Décima Terceira cesta-alimentação; Reajustes acima do INPC; (tivemos anos de reajuste 0%, nos anos 90) Unificação do PCS até nível 48, em 2008. Com interstício de 2,3% entre cada nível; conquista de 1 nível a cada dois anos trabalhados e até dois níveis por ano, por avaliação. (os colegas admitidos antes de 1998 tinham PCS até nível 95…e os admitidos pós 98 tinham apenas 15 níveis); Plano de Funções Gratificadas (PFG), que valorizou as funções, em 2010; Saúde Caixa com mensalidade de 2% do salário. Antes era um valor fixo, e ficava muito caro para os menores salários; Readmissão de colegas demitidos pela RH 008, em 2006. Metade dos demitidos foram recontratados. (Outros haviam perdido ações judiciais em última instância ou não tiveram interesse em voltar); Contratação de empregados: havia 55 mil empregados concursados em dezembro de 2003, chegamos a 101 mil em dezembro de 2014. Jornada de 6 horas; Décimo terceiro salário; Cesta-alimentação; Não trabalhar aos sábados; Caixa contribuir com até 12% para a Funcef; APIPs; PCS; Plano da carreira profissional; Reajuste Salarial acima do INPC; “Todas essas são conquistas das nossas campanhas salariais, vitória das lutas dos empregados. Precisamos de resistência, disposição para a luta e unidade para evitar perdas de direitos. A participação de cada colega faz diferença na nossa mobilização, inclusive virtual”, finalizou a coordenadora da CEE/ Caixa. Fonte: Contraf